Brasilino

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20 de Marzo de 2011
Autor/a: 
chanfreiros

Bosquexo fílmico sobre a memoria, o documento e a Historia. Fixación na casa onde naceu Brasilino Álvarez, o último alcalde republicano da Guarda. A súa afillada, Benedicta, lembra os terribles sucesos que lle aconteceron no 36. A casa foi derrubada en 2010. Vida e morte de Brasilino. Agora xa non...

O interese desta peza é en mostrar unha das ensinanzas de Manoel de Oliveira: "Precisamente descubrín, durante esses anos, que o plano ganha outro sentido com sua duração. Vêem-se outros movimentos e pormenores. Dispõe-se de tempo. Vê-se a luz, o enquadramento e o efeito emocional evolui. Eu começava, então, a gostar de deixar correr o tempo. Não se passa nada, mas passou-se alguma coisa. Por exemplo, as paredes que nos rodeiam são testemunhas do que aconteceu"(*).

(*) De Beacque, Antonie e Parsi, Jacques; Conversas com Manoel de Oliveira, Porto, Campo das Letras, 1999, p.141. "Enquanto o Douro é um filme de montagem, O Pintor é um filme de êxtases. Eu descubri no Pintor e a Cidade que o tempo é um elemento muito importante. A imagem rápida ten um efeito, mas a imagem quando persiste ganha outra forma. É uma obra fundamental na minha carreira, na mudança da minha reflexão sobre o cinema. É a primeira vez que eu volto as costas a um cinema de montagem". Da Costa, João Bénard: "O cinema não é o caminho para a santidade", Entrevista a Manoel de Oliveira, Público, nº 133, 6 de decembro de 1998.

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